segunda-feira, abril 30, 2018

Ruralidade: Exposição de Fotografia de Jorge Bacelar


Jorge Bacelar é veterinário de profissão, formou-se em medicina veterinária na UTAD. Desde cedo, começou a interessar-se pela imagem, dedicando-se à fotografia a partir de 2013. É o seu trabalho profissional de veterinário de campo na Murtosa, no distrito de Aveiro, que lhe serve de fonte de inspiração. Os protagonistas das suas fotografias e narrativas são os agricultores e os seus animais. As suas imagens têm uma “qualidade crua”, assemelhando-se a pinturas seiscentistas. As suas fotografias acontecem, graças à relação de cumplicidade e amizade que une o fotógrafo e os retratados. O artista confidencia:
“Passo horas a falar com as pessoas”. “O meu tipo de fotografia é no interior. Tiro fotografias às pessoas dentro de casa, ou nos estábulos. Para isso tem que haver uma certa cumplicidade e amizade”. São esses sentimentos que permitem a captura de imagens imbuídas duma candura inusitada, refletida nos olhares das mulheres, dos homens e das crianças, bem como nos trejeitos dos animais em interação com os seus donos. Jorge Bacelar perpetua com luz retalhos cristalizados dum mundo rural em extinção, desconhecido do público urbano, em geral.
35 fotografias representativas da “Ruralidade” portuguesa estão patentes na Galeria da UTAD (Biblioteca Central) de 30 de abril a 26 de maio.
 
Ruralidade - Galeria UTAD
Convida-se toda a Academia a vir contemplar as imagens-pintadas de Jorge Bacelar.

Para mais informações consultem:

Olinda Santana
Membro Missão Cultura - UTAD

sexta-feira, abril 06, 2018

6.ª Oficina de Fotografia Analógica “Desenhar com Luz”


No dia 9 de abril, a gestora e responsável do Setor de Fotografia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Dr.ª Isabel Sequeira, dinamizará a 6.ª Oficina de Fotografia Analógica "Desenhar com Luz" para discentes do Curso de Línguas e Relações Empresariais, entre outros.

Créditos Fotográficos Sr. Matos, cartaz Jonas

Será abordada a origem e a evolução da fotografia analógica até ao aparecimento da fotografia digital.

Local da Oficina: Laboratório de Fotografia  UTAD - Biblioteca Central

Horário: 10h-12h e 30m


quarta-feira, abril 04, 2018

Visões do Douro: sobreposições



A exposição de poesia e colagens: Visões do Douro: sobreposições dos autores Olinda Santana e Lorenzo Bordonaro surgiu dum repto lançado à primeira pela direção da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa, para que produzisse um texto para Antologia de Autores Transmontanos e Alto Durienses a lançar em maio de 2018. A autora convidou o antropólogo e artista plástico Lorenzo Bordonaro, seu colega investigador no projeto Dourotur, para complementar os seus textos. O resultado está patente na Galeria da UTAD (Biblioteca Central) de 5 a 30 de abril

Venha apreciar!

quarta-feira, março 21, 2018

Dia da Poesia, da Árvore e das Florestas


No dia 21 de março: dia da Poesia, da Árvore e das Florestas, e nos dias seguintes venha à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.




 Leia um poema, aprecia uma árvore, cheire uma flor e espraie o seu olhar pela floresta ao redor.


Encante-se com o Monumento "To the Ligth" da Artista 
ALIA O'NEILL, obra que simboliza o poder transformador da UTAD.

quarta-feira, fevereiro 21, 2018

As Margens da Palavra: Cartas, Vozes e Silêncios Femininos


No próximo dia 24 de fevereiro de 2018, pelas 10h, será apresentado no Auditório do Crédito Agrícola do Noroeste, em Viana do Castelo, o livro: As Margens da Palavra: Cartas, Vozes e Silêncios Femininos. A obra foi coordenada cientificamente pelos professores e investigadores, Maria Olinda Rodrigues Santana e Henrique Rodrigues, ambos do Centro de Estudos Transdisciplinares da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (CETRAD-UTAD). Foi editada pela Associação Portuguesa de História da Vinha e do Vinho APHVIN / GEHVID e apoiada pela referida Caixa de Crédito Agrícola. 




O trabalho dado à estampa, composto por diferentes perspetivas de análise e produzido a partir de fontes diversas, onde se alinharam investigadores de áreas científicas de formação variada e oriundos de academias de Portugal, Espanha e Brasil, resultou duma profícua reflexão internacional. Desde a escrita em contextos religiosos, a História Oral, as escritas profissionais de instituições públicas e privadas e ainda com recurso às correspondências familiares e às cartas de madrinhas de guerra, foi possível ouvir as inquietações femininas, dar espaço e voz aos silenciados, especialmente à mulher. As mulheres continuam a ser, na atualidade, como as definiu, a historiadora Madeleine Foisil “verdadeiras máquinas” da escrita.